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Por este facto, torna-se imperioso a criar-se uma cultura de se-
gurança, por meio da adopção de medidas de controlo, como
a prevenção, para minimizar o número de acidentes, bem
como medidas mais firmes e penosas, para dissuadir a indisci-
plina e incumprimento das regras de trânsito, incidindo direc-
tamente na tríade da segurança rodoviária, (o homem, a via e
o veículo), de modos a garantir as condições mínimas para a
redução dos acidentes, que deve estar consubstanciada em
príncipios e normas intrínsecas de segurança, exaustivamen-
te abordados no Decreto Lei nº 5/08 de 29 de Setembro de
2008 (amplamente conhecido como côdigo de estrada Ango-
lano) e nas melhores práticas internacionais para a segurança
rodoviária.
Estes princípios visam essencialmente a criação e a manuten-
ção de uma cultura de segurança, voltada fundamentalmente
para a prevenção, pelo reconhecimento dos perigos da con-
dução, percepção do nível de risco envolvido, e consequente
adoção de medidas de controlo que devem ser religiosamente
cumpridos por todos, para que evitemos as mortes nas estra-
das.
Infelizmente, um acidente pode tirar a vida de alguém, pre-
judicar seriamente a continuidade e o futuro de uma família,
desestabilizar o ambiente e a economia de uma empresa, bem
como causar inúmeros danos ao meio ambiente e ao patri-
mónio público, ou na melhor das hipóteses, deixar graves
sequelas para os sobreviventes. O cumprimento e adopção
de medidas de segurança, nos permite preservar o bem mais
valioso que temos, a vida humana, bem como a não compro-
meter a força de trabalho necessária para o crescimento das
empresas, a alavanca da economia e o desenvolvimento do
nosso País.
Dr. Telmo dos Santos
× Técnico Superior de Saúde e Segurança Ocupacional eMestrando em
Gestão Ambiental, Saúde e Segurança Ocupacional, pela Faculdade de
Ciências Aplicadas da Universidade de Sunderland, Inglaterra.
× Certificação e Diploma Internacional em Saúde e Segurança Ocupa-
cional NEBOSH (National Examination Board of Occupational Safety
and Health), acreditado pelo Organismo Internacional de Saúde e Se-
gurança IOSH (International Organisation of Safety and Health) como
Técnico Superior Internacional em Saúde e Segurança Ocupacional, e
tem uma especialização em Higiene Industrial, pela Faculdade de Hi-
giene Industrial da Inglaterra, acreditado pela Associação Britânica de
Higiene Industrial.
× Experiência no sector petrolífero, onde trabalhou nos últimos 10 anos
para a Multinacional Britânica BP.
× Chefe do Departamento de Higiene, Saúde e Segurança no Trabalho,
da multinacional Angolana Unitel, SA (responsável pela higiene e segu-
rança no trabalho, segurança rodoviária saúde ocupacional e medicina
do trabalho e do trafego)
× Docente de um curso de especialização emHigiene, Saúde e Seguran-
ça no Trabalho, em Luanda.
× Secretário Geral da Associação Angolana deManutenção e Gestão de
Activos (AAMGA)
Membro daComissão Instaladora daAssociaçãoAngolana de Seguran-
ça e Saúde Ocupacional (AASSO).
× Rosto de várias conferências nacionais e internacionais, é autor de
artigos técnicos de saúde e segurança ocupacional no Magazine Imo-
biliário de Angola (AIM), bem como autor da página sobre segurança
rodoviária no Jornal de Angola.
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