magazine RISCO ZERO n3 - page 46

magazine risco zero
× Director Geral-Adjunto para a HST
× Doutorando em SHST, com Diploma de Estudos Avançados em
“Seguridad, Hygiene et Salud en el Trabajo”, Uniléon
× Engª Mecânica (IST/ UTL), com várias especializações em SHST
× Formador e docente universitário com vasta experiência em SHST
. Extintores de pó especial: classe D;
. Extintores de espuma física: classe B, sendo aceitável para
madeira, papel ou tecidos;
. Extintor de CO2 (dióxido de carbono): pequenos fogos da
classe B e instalações eléctricas
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. Há que ter em conta o não-uso de extintores de HALON.
Pode-se escolher agentes extintores alternativos e que cum-
pram com os mesmos requisitos do halon: não deixam resí-
duos, são indicados para as classes A, B e não são conduto-
res de electricidade.
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. Cumprir com as revisões periódicas regulamentares que
garantam a eficácia do extintor. A título de exemplo, na au-
sência de indicações regulamentares, em cada ano dever-
se-á comprovar o peso, a pressão de carga, bem como verifi-
cação dos órgãos ou acessórios que compõem um extintor.
Por cada 3 anos, tendo em conta a data registada no extintor,
retimbrá-lo (descarregar todo o seu conteúdo e carregar de
novo), durante um período máximo de 20 anos. Estas opera-
ções só podem ser feitas por entidades autorizadas.
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. De 3 em 3 meses, a própria empresa ou empresa contrata-
da, deve proceder à inspecção visual da conservação dos ex-
tintores (partes mecânicas, selo, rótulos, etc...), assim como
comprovar a sua localização, acessibilidade e sinalização.
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. Independentemente da obrigatoriedade das revisões, é
aconselhável estabelecer formas mais frequentes de com-
provação dos sistemas contra incêndios, integrando estas
revisões nos processos habituais de trabalho.
10
. Implantar os extintores em locais visíveis, de fácil aces-
so e sinalizados, próximos de zonas de risco de incêndio e
as saídas de evacuação. A sua instalação deve ser tal que a
distância ao chão tirada do manípulo seja inferior a 1,50 m.
11
. Proceder à elaboração de umplano de sinalização no qual
constará o número total de extintores do local de trabalho.
Uma referência genérica indica que o número mínimo de
extintores deve ser suficiente para que o percurso efectuado,
em planta, de qualquer ponto onde a pessoa se encontra até
um extintor, não seja superior a 15 m (risco médio ou baixo)
e não seja superior a 9 m (risco elevado).
12
. Formar todos os trabalhadores sobre conhecimentos bá-
sicos do fogo e, se possível, no manuseamento dos extin-
tores portáteis. É de todo aconselhável simular exercícios
práticos de forma periódica de modo a que, em casos de
emergência, favorecer uma actuação rápida e se evitem ao
máximo dúvidas.
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. No uso de um extintor portátil fazê-lo segundo a forma-
ção recebida e seguindo, passo-a-passo, as instruções inscri-
tas no invólucro do extintor.
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