Magazine Risco Zero Nº12
magazine risco zero Dos riscos atrás referidos, existem inúmeras medidas de prevenção que o empregador pode e deve adotar para mitigar e/ou controlar as condições de trabalho por forma a se formar um ambiente de trabalho mais SEGURO e mais SÃO para os profissionais deste setor, a saber: MEDIDAS DE PREVENÇÃO • Todos os trabalhadores que operem determinadas máquinas no sector da restauração (e não só!) deverão de acordo com a legislação em vigor de prevenção de riscos profissionais, receber formação e informação adequada sobre os riscos da sua função; • As máquinas e equipamentos devem ser alvo de manutenções periódicas; • Só devem ser adquiridas máquinas e equipamentos que respeitem os requisitos mínimos de segurança; • As máquinas e equipamentos deverão estar corretamente fixadas no pavimento contribuindo para a estabilidade do seu funcionamento/operacionalização; • As máquinas devem ser mantidas em perfeito estado de conservação, limpeza e manutenção periódica; • Utilizar proteção individual adequada aos riscos em causa (vestuário de trabalho, luvas apropriadas, óculos em determinadas situações, máscaras em ambientes de libertação de neblinas e aerossóis, calçado adequado e antiderrapante, etc.; • Diminuir ou limitar a duração e a intensidade da exposição através de medidas de rotatividade dos trabalhadores; • Identificar/sinalizar os cabos elétricos; • Averiguar se os mesmos estão em perfeitas condições (isolamento, ligação à terra, terminais sem rachas, etc.); • Reduzir a utilização de aerossóis; • Promover uma boa e dimensionada ventilação e exaustão dos locais de trabalho; • Limpeza e desinfeção com regularidade; • Eliminar equipamento contaminado, bem como depositá- lo em locais diferenciados de forma seletiva; • Adoção de posturas ergonómicas mais consentâneas com a atividade neste setor; • Em ausências maiores, certificar que não ficaram panelas ou frigideiras ao lume; • Desligar as tomadas dos eletrodomésticos que não estão a ser utilizados; • Proceder de forma periódica à inspeção e respetiva limpeza dos exaustores (onde se acumulam grandes quantidade de substâncias gordurosas por convecção); • Disponibilizar em todas as cozinhas extintores adequados (pó-químico- B-C pelo menos), sem esquecer que perto dos quadros elétricos deverá haver um extintor de pelo menos 3 Kg de CO2; • Existência de uma caixa de primeiros socorros devidamente apetrechada e disponível em local de fácil identificação e acessibilidade; • Ter atenção aos horários de trabalho não penalizandomuito os trabalhadores em termos de pressão laboral contínua e respeitar as pausas, rotatividade e uma interação entre o trabalho e outras valências dos trabalhadores como a vida familiar e académica. Há ganhos motivacionais se o empregador tiver em conta esta interação de interesses; • Maior roulement face a horas e horas na posição ortostática, alternado com outras funções dentro do âmbito do negócio em análise; • Climatização dos espaços de trabalho (tendo em atenção os níveis mínimos exigíveis de temperatura e humidade); • Sinalética de emergência nos corredores e saídas de emergência desobstruídas e sinalizadas; • Revisões regulares aos equipamentos elétricos e respetiva manutenção periódica para certificar o estado de conservação, nomeadamente isolamento elétrico; • Formação profissional contínua, não só a nível do despiste precoce de não conformidades em termos de SST mas também na área comportamental.
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